Hoje tenho mais de 50 anos.
Durante muitos anos eu trabalhei, tinha renda, pagava minhas contas e não sentia que vivia de extravagâncias.
Mesmo assim, quando pensava em viajar, parecia que o dinheiro nunca estava lá.
A frase era sempre a mesma:
"Quando sobrar dinheiro, eu faço essa viagem."
Até que um dia comparei minha planilha de gastos com a fatura do cartão, linha por linha.
E comecei a perceber algo que antes passava despercebido.
Não eram as grandes contas .
Havia pequenas compras, conveniências e hábitos que aconteciam quase no automático.
Eu não queria viver contando centavos.
Não queria abrir mão de tudo que gostava.
Então, comecei simplesmente a perguntar:
"Isso vale mais para mim ou prefiro colocar esse dinheiro na viagem que quero viver?"
Vieram as Primeiras Trocas.
E o dinheiro que antes simplesmente desaparecia começou a ganhar um destino:
minhas viagens.
Foi conversando com outras pessoas e ouvindo repetidamente "eu também queria viajar mais, mas nunca sobra" que nasceu o Passaporte das Pequenas Trocas.
Não para ensinar você a gastar o mínimo possível.
Mas para mostrar que talvez uma parte do dinheiro da sua próxima viagem já esteja passando pelas suas mãos.
E que você pode começar a decidir para onde que que ele vá.